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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Um vício é um vício

Tem música que pega, mas pega de um jeito que fica difícil viver sem escutar /assistir até enjoar (o que nesse caso, tá longe de acontecer). Confesso que demorei pra descobrir a Alessia, sempre ouvia umas partes aleatórias de uma determinada música, acho que nos snapchats da vida, mas nunca soube quem era, ou que bendita música era essa. Eis que nas minhas incursões insones pelo youtube descubro qualé a desse som, e ó, curti mesmo, curti real.
A Alessia Cara é uma baby (nasceu em 1996!), é canadense, cheia de estilo e Here, música do seu primeiro álbum intitulado Know-It-All foi um sucesso (ainda é!) e ela já era conhecida no youtube pelos covers que gravava.

                                          


O clipe é bem legal também, não consegui colocar aqui (serão os deuses falando que #jádeudeassistir?) mas vejam que vale a pena! E esse cover de Bad Blood é a coisa mais linda, a voz dela é demais.
Curtiram??

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Entre Abelhas


Diferente e emocionante talvez sejam as duas palavras que melhor definem pra mim o filme Entre Abelhas, com a atuação de Fábio Porchat e direção de Ian SBF. Quando fui ontem ao cinema, já esperava alguma coisa diferente, sem saber ao certo se caminharia mais para o drama ou se seria mais comédia, e me surpreendi, tanto na trama quanto no desfecho. Ps: Contém Spoilers.

O filme é bem escrachado no início, e confesso que quase dei uma desanimadinha, porque não é meu tipo favorito de filme e muito menos de comédia, mas logo ele mostrou a que veio, uma mistura ideal de elementos cômicos mas com pano de fundo trágico (que fica cada vez mais acentuado) envolvidos por uma drama bem amarrada.

Bruno, personagem de Porchat, está num momento de crise logo após sua separação com Regina, personagem de Giovana Lancellotti, até que, de uma hora pra outra, as pessoas vão sumindo. De início poucas, mas logo são muitas, sumindo da rua, das fotos e dos programas de TV.

Consegue se imaginar em uma situação dessas? Pois é, nem o Bruno. A gente vê ele surtar, procurar ajuda de um psiquiatra, da mãe (vivida pela ótima Irene Ravache) e vê ele se colocar em diversas situações estranhíssimas, o que gera vários momentos cômicos também.



Do meio pro fim do filme o tom é dramático, a cena que ele pensa que pode ter atropelado alguém é das mais dramáticas, junto com a cena da mãe que passou mal e ele não pôde ajudar pois não a viu, conforme o tempo passa, pouquíssimas são as pessoas que ele vê, até que um dia, não vê mais ninguém.

Sei que muita gente não gostou/entendeu o final, eu gostei e acho que ele não necessariamente precisa ser 'entendido', pra mim o final significou um alívio e uma esperança, assim como para o Bruno, não vou contar aqui porque é uma das partes mais legais/surpreendentes.

Eu nunca fui dessas de falar mal do cinema nacional, acho isso uma grande besteira, mas confesso que fazia um tempo que não via um filme nacional que eu gostasse tanto, e Entre Abelhas com certeza está nessa categoria, vale a pena!







quinta-feira, 2 de abril de 2015

Kendall para Calvin Klein

Só eu que ando apaixonada pela Kendall? Super modelo da família e sempre com um visual bem
clean na vida real, achei ela linda nessa campanha da Calvin Klein. Ela e Kylie são minhas irmãs favoritas, desculpa aí Kim mas sou #teamjenners hahah.                                                                                 







quarta-feira, 25 de março de 2015

Jout Jout

To aqui depois de séculos pra falar sobre meu novo vício no youtube, a diva Jout Jout!

Ela é diva do youtube, mina vida real e eu queria muitíssimo ser amiga! Mas me contento em morrer de ir dos vídeos, assim, morrer de rir MESMO, porque olha isso:

E isso:


Se inscrevam lá no canal dela porque tem mais um bando de vídeos legais! <3


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Cor Pantone 2015

A Pantone divulgou hoje qual será a cor de 2015, é a Marsala, uma cor entre vermelho/vinho.



Inspiração do dia


Kendall, a new face da Estée Lauder e minha irmã Kardashian/Jenner favorita, pra inspirar essa quinta de trabalho.





segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Taylor Swift

Eu não poderia deixar de entrar aqui pra falar sobre o novo clipe da Taylor, Blank Space! Saiu hoje e só posso dizer que amei um tanto! O novo disco da Taylor, 1989, é o primeiro inteiramente pop da cantora, e quer saber? Pra mim é o melhor, dá pra notar um amadurecimento claro, mas a essência, com canções íntimas e boas melodias, continua lá.


Eu ainda não comprei o cd, ouvi online apenas, agora não achei nenhum link pra colocar, mas ó, to pensando seriamente em comprar logo porque já viciei nas músicas, principalmente Style, Wish You Would e Blank Space, quem quiser o cd, tem no Itunes.

Agora falando do clipe, é demais, Taylor super irônica e engraçada, bancando a namorada louca possessiva, em uma clara alusão a tudo o que sai na mídia sobre ela. Esse dom da Taylor de rir de si mesma é uma das melhores coisas que ela faz, com Shake It Off foi assim e também deu super certo!
E só pra comentar que além da música ser ótima, to babando nas roupas e no ator (modelo?) gato!hahah


Beijos!

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Sobre desistir

Ontem eu tomei uma decisão difícil, que talvez explique um pouco o meu sumiço aqui, andei pensando demais sobre algumas coisas, e hoje parece que finalmente me sinto mais tranquila com a minha decisão.
Bom, vou explicar. Quando comecei a fazer Ciências Socias, eu não tinha a exata noção do que era o curso (aliás, acho que noção a gente nunca chega a ter completamente), mas eu fui, passei e comecei. Eu gostava dos temas e das áreas e achei que pudesse adaptar o que eu realmente gostava (basicamente escrever/jornalismo/moda) com o que a sociais tinha a oferecer, e olha, depois dos quatro anos de matéria e muito aprendizado, hoje eu posso dizer que minha escolha foi feliz, não fácil, mas feliz. Meu curso me ensinou MUITA coisa que eu levo pra vida toda, isso fora os amigos, que são pra sempre, e a vida universitária, que é algo único mesmo.
Mas foi difícil, o curso tem um foco muito grande na vida acadêmica, então fazer pesquisa, ter uma iniciação e conseguir bolsa era um caminho de certa forma mais lógico, e eu não segui esse caminho, talvez porque não tive a chance de encontrar logo de cara um projeto legal, talvez porque eu não estivesse certa do tema que eu gostaria de estudar.
Assim, meu dois primeiros anos foram de dúvidas, muitas dúvidas, e confesso que pensei muitas vezes em largar tudo, voltar pra casa, prestar vestibular de novo e prestar outra coisa, mas no fim das contas, aconteceu uma coisa que eu considero hoje que foi o motivo de eu não ter largado a sociais: Passei em um estágio.
O estágio reacendeu um pouco meu ânimo com o curso, porque agora eu poderia combinar a teoria com um pouco de prática, colocar a mão na massa em um trabalho e aprender com aquilo, e olha, eu não estava errada, meu trabalho era lidar com pessoas o tempo todo, fazer entrevistas, cadastrar pessoas, resolver um bando de problemas e basicamente se virar com a ajuda dos amigos e um pouco de sorte.
E apesar de muitas vezes eu ficar bem esgotada pela dupla jornada de curso e estágio (o que ocupava meu dia todo, quase todos os dias), e também por perder algumas saídas com amigos por ter que levantar cedo e todas essas coisas chatas, eu não me arrependo, eu precisava daquilo naquele momento.
Mas eu tenho uma pulguinha chata, ou uma voz interna que nunca me deixou desistir fácil das coisas, mesmo quando a melhor opção era desistir, e com o estágio foi mais ou menos assim, depois de quase dois anos, eu já sentia que não estava mais conseguindo tirar daquilo o que era bom, e ficava muito esgotada por lidar com tanta gente todos os dias, muitas vezes com problemas muito sérios, que precisavam mesmo que eu estivesse bem pra ajudar, mas é aquela coisa, o contrato era de dois anos, e eu não queria, e não 'podia' desistir naquele momento.
Por causa dessa decisão, meu curso atrasou meio ano, nem tanto pelas matérias, que eu consegui terminar a tempo, mas porque não tinha cabeça pra elaborar nada legal pra usar no meu trabalho de conclusão, e por ter ficado com cada vez menos disposição para pensar no assunto.
Pois bem, nesse ano, mesmo não tendo terminado meu tcc ainda, a ideia do mestrado começou a parecer o caminho mais lógico a ser seguido pro meu curso, muitas amigas e amigos tinham prestado, alguns tinham passado e nesse fim de ano vários prestariam também pela primeira vez.
Nesse ponto cabe dizer que pra recém formados em sociais, arrumar emprego na área nunca é fácil, e eu considero sim o mestrado de muita importância pra quem quer conseguir um emprego lá no futuro e também, claro, pra quem quer seguir carreira acadêmica.
Eu tinha acabado de sair do estágio no meio do ano, ainda não tinha terminado tudo, e agora me cobrava por causa de um mestrado que eu nem sabia se realmente queria, mas de novo, a minha mania de não querer desistir, ou talvez, não tentar algo que não pareça muito o certo, me fez prestar mestrado em dois locais diferentes.
Em um deles, eu decidi bem em cima da hora, fiz o projeto muito rápido e passei o período pós inscrição estudando para a prova, eram muitos livros, eu não estava lá muito feliz com a minha desição, mas estudei e li tudo o que precisava, e passei na prova. O próximo passo era a entrevista oral, e eu realmente já sentia que aquilo não era pra mim, eu estava esgotada, sem um projeto que eu me orgulhasse de ter feito, e ainda por cima tinha toda a pressão e nervosismo daquilo.
Pois bem, eu fiz, não achei que fui bem, mas não achei que fui mal, sabe? Ficou meio uma incógnita pra mim, teria que esperar pra saber quando saísse a lista de aprovados, e ontem ela saiu, e olha só: Não passei.
É estranho, na hora foi estranho não ver meu nome na lista, fiquei triste e o meu lado virginiano chato que me cobra horrores começou a julgar bem pesado o motivo do 'fracasso', e comecei a pensar o que me faltava, o  que eu tinha feito de errado.
Mas depois de chorar um pouquinho e me lamentar, um outro sentimento começou a me invadir, um sentimento de leveza, bem parecido até com alívio. Ué, porque eu estava sofrendo tanto por algo que pra começar, em nem queria de verdade? E comecei a entender que eu devia me respeitar mais, eu não era menos que ninguém porque não queria tentar mestrado, porque não sei o que vou fazer, porque não quero saber o que vou fazer.
E depois desse texto gigante, chega o motivo do nome do post, lembra que eu falei que tinha feito duas inscrições? Pois é, acabei de desistir da segunda, não vou prestar. Entendi que agora não é meu momento, e não é que mais pra frente eu não queira fazer mestrado, é só que agora eu  não quero.
É muito difícil perceber quando tempo eu passei me enrolando nessa história de fazer o que é certo, é difícil também assumir isso pra todo mundo, minhas amigas apoiaram, mas algumas acham que eu devia tentar, e olha, eu pensei, pensei se não foi o desânimo de não passar no outro processo que me fez ficar com medo de tentar de novo e fracassar, mas olha, dizendo com toda a sinceridade que meu coração me permite: Não foi. Não foi por medo de não passar ou por preguiça de estudar tudo de novo.
Mas é difícil pensar no que fazer, agora, estando realmente formada. O ano que vem é uma incógnita, posso prestar um concurso, posso fazer aquele curso de moda no senac que me encanta desde os dezessete anos, posso trabalhar no shopping pra levantar uma grana e viajar, posso escrever mais, posso mudar tudo e pensar em tudo de novo.
E hoje, hoje que perdi o sono e me levantei cedinho, hoje que sinto a luz do sol ainda gelada entrar pela janela, eu percebo que estou em paz com a minha decisão de desistir, ou quem sabe, não de desistir, mas a de tentar algo novo.
Beijos


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